6 álbuns lançados em fevereiro de 2017 que você deveria ouvir

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1. Kiko Dinucci – Cortes Curtos

O samba sujo, característica de Kiko em trabalhos como A Mulher do Fim do Mundo (2015), é evidente no disco solo. Além disso, o álbum conceitual, serve de trilha sonora para a cidade de São Paulo. Com faixas, curtas e diretas, Dinucci conta histórias do mundo urbano misturando o samba com o punk, em sons de guitarra distorcidos. Segundo o guitarrista, “Cortes Curtos foi pensado como o roteiro de um filme, no qual as canções que compõem o registro se intercalam para formar uma única narrativa de aproximadamente 40 minutos”. Leia Mais.

 

2. Figueroas – Swing Veneno

O álbum foi gravado nos estúdio da Red Bull em São Paulo e conta participações de outros músicos como Rafa Moraes (guitarra e baixo), Raphael Coelho (percussão), Natan Oliveira (metais) e Dieguito Rocha (bateria). Manoel Cordeiro, mestre das guitarras amazônicas, colabora em quatro faixas e Chay Suede, faz as vinhetas de duas músicas. Swing Veneno é composto por 10 faixas, sendo nove delas escritas por Simons e Zampier com os parceiros, Fábio Monzine e Rafa Moraes e uma versão da canção Não Há Dinheiro que Pague de Roberto Carlos. Leia Mais.

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3. Aláfia – São Paulo Não É Sopa

Com um nome sugestivo, o álbum é um ode à maior metrópole da América Latina. Abordando temas muitas vezes políticos, o disco conta histórias da “cidade cinza” e conta com participações de Tássia Reis, Luísa Maita, Assucena Assucena e Raquel Virgínia, e João Parahyba. No terceiro trabalho, o grupo se distancia da abordagem dos álbuns antecessores. Além disso, o grupo explorou outros ritmos musicais, usando samples e elementos de música eletrônica. Apesar de trazer novos elementos, o trabalho se mantém orgânico e com a identidade  e a essência da banda. Leia Mais.

 

4. Thiago Elniño – A Rotina do Pombo

O álbum conceitual, conta a história de Sem Nome, um jovem negro de 27 anos, que tem o sonho de ser músico enquanto trabalha em um sub-emprego e lida com os problemas enfrentados pelos jovens negros no Brasil. Junto com o disco, o rapper lançou uma galeria virtual para expor os trabalhos de mais de 50 artistas, que fizeram leituras das faixas do álbum. O álbum segue as inspirações do afrobeat, e sonoridades jamaicanas. Com o discurso afiado, Elniño faz diversas críticas ao sistema educacional brasileiro, além de discutir a forma como a sociedade ainda retrata o povo negro. Leia Mais.

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5. Momo – Voá

O cantor e compositor  Marcelo Frota, mais conhecido por Momo, lança este mês o primeiro de disco de inéditas após um hiato de 4 anos. O quinto álbum contém 10 faixas, produzidas por Marcelo Camelo com composições de Momo com participação de Thiago Camelo em 5 faixas e de Wado em Nanã, faixa que conta também com Mallu Magalhães nos vocais. O novo trabalho não é um registro totalmente extrovertido, entretanto, se distancia da melancolia do disco antecessor, Cadafalso (2013). O álbum do cantor radicado em Lisboa, é distribuído pela Universal Music Lisboa.

 

6. Tibério Azul – Líquido

O cantor e compositor pernambucano Tibério Azul, lança neste mês o segundo disco da carreira. Com 11 faixas, o registro é o segundo da série de álbuns que o cantor pretende lançar, inspirados nos quatro elementos. O sucessor de Bandarra (2011) tem como produtor o premiado Yuri Queiroga e conta com os músicos NilsinhoLucas Araújo, Areia, Vinícius Sarmento, além das colaborações de Vitor Araújo, Clarice Falcão e Pedro Luiz.

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