12 álbuns lançados em março de 2017 que você deveria ouvir

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1. Bel – Quando Brinca

Quando Brinca é o álbum de estreia da cantora e compositora Bel Baroni. Foi produzido pela própria intérprete em parceria de Gui Marques. Além disso, o registro conta com as participações especiais de Laura Lavieri, Qinho, Larissa Conforto, Mari Romano e Rafaela Prestes. Com composições e arranjos minimalistas, o disco tem como objetivo de retratar e evidenciar a mulher contemporânea. Em Quando Brinca, a cantora, flerta com a música eletrônica ao usar beats e sytnhs, tornando o disco, uma ótima obra da música brasileira contemporânea.

 

2. Camarones Orquestra Guitarrística – Feeexta

O quarteto instrumental potiguar Camarones Orquestra Guitarrística, formado por Ana Morena (Baixo), Anderson Foca (Guittara e Synths), Yves Fernandes (Bateria) e Alexandre Capilé (Guitarra), lançou no mês de março, o disco intitulado Feeexta. Como o próprio título sugere, o registro comemora os dez anos de carreira da banda que se tornou uma das mais sólidas na cena da música independente brasileira. Com os arranjos de guitarra, a banda imerge no surf rock, em um sonoridade que remete a bandas como B-52’s. 

 

3. Minimalista – Banzo

Segundo disco do Minimalista, projeto solo de Thales Silva da banda A Fase Rosa, conta com a produção do próprio cantor em parceira com Leonardo Marques (Transmissor) e Victor Magalhães e participações especiais de Teago Oliveira (Maglore) e Gui Amabis. Ao contrário do trabalho antecessor, o novo disco com 10 faixas autorais, o Thales traz em suas composições um tom mais intimista, acompanhadas por ritmos diversos da música popular brasileira como a bossa nova, o baião e o samba, mesclando com elementos contemporâneos como o pop e o indie rock.

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4. Congo Congo – Congo Congo

Banda formada por Victor Magalhães, Gustavo Cunha (Iconili), André Travassos (Câmera, Invisível, M O O N S), Yannick Falisse (Teach Me Tiger), Leonardo Marques e Pedro Hamdan (Transmissor), músicos conhecidos da cena independente de Belo Horizonte, lançou este mês o primeiro e homônimo álbum, através do selo Le Femme Qui Roule. Com 8 faixas autorais e em inglês, o disco foi gravado ao vivo no Estúdio Ilha do Corvo e traz em sua sonoridade experimentações e leituras da música psicodélica com uma atmosfera contemporânea.

 

5. Djonga – Heresia

Um dos nomes mais interessantes do rap brasileiro atual, Djonga lança seu primeiro álbum neste mês. O rapper de Belo-Horizonte começou sua carreira fazendo funk e participou também do projeto Poetas no Topo, com MCs de vários estados, como BK, Makalister, Menestrel e Sant. Com participações especiais de Yodabrenno, BK FBC e produção de DK Cost, DJ Murillo, CoyoteBeatz, El Lif Beatz, Pizzol e SlimBeatz, Heresia é irreverente e realista, e a forma original que o rapper canta seus versos, torna o trabalho ainda mais visceral.

 

6. Arthur Melo – Agosto

Agosto é o primeiro álbum do cantor Arthur Melo. O registro com 6 faixas, tem composições e arranjos assinados pelo próprio cantor e produção de Leonardo Marques. Distribuído pelo selo La Femme Qui Roule, o disco é minimalista e intimista. Com base no violão, o que remete ao folk e um certo tom de psicodelia, o disco tem fortes influências da música popular brasileira o que o torna um trabalho impecável de estreia. O cantor mineiro, aos 18 anos, parece seguir um bom caminho para uma carreira promissora na música independente brasileira.

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7. Marcelle – Equivocada

A cantora sergipana apresenta este mês, o seu segundo disco, Equivocada. O trabalho teve produção, arranjos, teclados e guitarras de Dustan Gallas, em parceria com Samuel Fraga (bateria) e Zé Nigro (baixo). O disco se distancia do conceito do seu antecessor One Oh 1, onde se apresentou canções inéditas, e em inglês, de compositores nordestinos como como o piauiense Odorico Leal e os cearenses Igor Di Cavalcanti e Regis Damasceno. No novo trabalho, Marcelle assina a composição das 10 faixas cantadas em português,, o que torna o trabalho mais intimista.

 

8. Pessoas Que Eu Conheço – Uma Carta de Amor Para Sega II EP

Pessoas Que Eu Conheço, um projeto de Lucas de Paiva, produtor que já trabalhou com SILVA e Mahmundi, lançou este mês seu segundo trabalho, intitulado Uma Carta de Amor Para Sega Vol. 2, pelo selo 40%Foda/Maneiríssimo. O EP com 5 faixas, traz em seu título uma homenagem ao saudoso console de jogos da SEGA. Em cada faixa é possível observar a essência da eletrônica experimental e elementos da vaporwave, o que faz com que a sonoridade, crie um sentimento de nostalgia por quem já teve algum tipo de contato com videogames na infância.

 

9. Alternadores – Wanderlust EP

O trio paraibano de rock eletrônico, Alternadores, formado por  Carlos Eduardo Batista (Bidu), Igor Gadelha (Pepeu Guzman) e Gustavo Pozzobon lançou este mês o terceiro EP intitulado Wanderlust. O novo trabalho sucede os EPs Beta (2014) e Malverde (2015), formando uma trilogia e é produzido inteiramente pelos integrantes do grupo. Com uma sonoridade instável e ruídos eletrônicos propositalmente desconexos, o trio traz uma sonoridade psicodélica e em certos momentos nostálgica.

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10. Sentidor – Am_Par_Sis

Sentidor é um projeto do produtor mineiro João Carvalho, que lança este mês, o álbum Am_Par_Sis. O título do disco é um anagrama do álbum Passarim, de Tom Jobim, lançado em 1987. O álbum clássico serviu como material de base do produtor para a realização do novo trabalho, usando partes instrumentais, os vocais, e samples inseridos em elementos da música ambiental e em sonoridades que remetem a bossa nova e o funk carioca. Segundo o próprio produtor, Am_Par_Sis é uma provocação política,  utilizando o legado de Jobim para criar uma visão hipnótica de um Rio pós-guerra.

 

11. Érica – Beautiful


A cantora e compositora Érica Alves
, ou somente Érica, é um dos nomes mais promissores da nova geração da música eletrônica do Brasil. Integrante do grupo The Drone Lovers, já tocou em grandes festivais como Tomorrowland Brasil e TribalTech e lança este mês o álbum solo de estreia intitulado Beautiful. Com 8 faixas, produzidas e compostas por Érica, o trabalho distribuido pelo selo independente Baphyphyna Records traz uma sonoridade que mescla o experimentalismo com o pop.

 

12. Bola – Saudade

Bola é um projeto solo idealizado por Rafael Costa, vocalista e compositor da banda Zimbra. Em um registro mais intimista e intrapessoal, o álbum produzido por Rafael em parceria com Bruno Pelloni as canções são totalmente minimalistas usando apenas voz e violão e em algumas canções a guitarra, colocando em evidências as composições mínimas e sinceras.

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